Inimigos da sedução I: A presença continuada

Francisco Ferraz
Publicado em: 14/02/2017

“O amor nunca morre de fome, mas costuma morrer de indigestão.” Ninon de Lenclos, célebre cortesã francesa

 

Estar presente e fazer-se ausente são procedimentos adotados no dia a dia de nossas vidas, tanto na esfera familiar, social, afetiva, profissional, e também, como é óbvio, na política. Qualquer um de nós já se lamentou por estar ausente numa oportunidade em que deveria ter estado presente, assim como, se arrependeu de estar presente numa ocasião em que melhor teria sido não ir.

A decisão de estar presente ou fazer-se ausente, pode provar ter sido uma escolha acertada ou errada. Em qualquer hipótese sabe-se “a posteriori”. É, portanto, uma decisão que sempre tem conseqüências. Estas observações valem para todas as situações antes citadas.

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Opinião do leitor

Desde há algum tempo venho lendo os artigos políticos nacionais publicados por este site. confesso que através deles obtive uma noção mais clara sobre o que aconteceu nos últimos tempos. Trata-se de um trabalho didático de primeira qualidade, um serviço prestado para todas as gerações, mas principalmente para as novas. Deve ser recomendado por sua excelência. É uma contribuição de primeira categoria que está sendo oferecida, sobretudo por sua imparcialidade. Cumprimentos à direção.

Rogério Luiz A. Orsag
Porto Alegre - RS

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