Quando chega a hora de cortar o orçamento: o que não cortar

Francisco Ferraz
Publicado em: 06/02/2017

Cortar o orçamento é uma matéria de política financeira da administração mas, como tudo o mais, deve ser realizada com muita precisão, estratégia e lucidez.

O ato de fazer cortes no orçamento supõe uma decisão racional e tecnicamente sustentável. Seu objetivo é alcançar um perfil de despesas que se enquadre (mais se aproxime) do equilíbrio orçamentário.

Você não pode nem deve tentar fazer isto por meio da “mutilação” de programas e ações de governo indispensáveis, nem tampouco mediante uma decisão, cujo custo de implantação venha a ser maior do que os recursos obtidos por meio dela.

Na ansiedade de reduzir despesas pode-se decidir equivocadamente e apressadamente, por fazer cortes cujo custo final é maior do que os recursos que libera. Nestas situações, o corte não faz sentido do ponto de vista econômico, afinal, você quer diminuir e não aumentar despesas! Este é o caso, por exemplo, de proceder a demissões de funcionários antigos, que ganham salários mais altos do que o mercado paga a quem se inicia na função. À primeira vista parece uma decisão correta e racional. Ocorre que, muitas vezes, um funcionário antigo e experiente desempenha múltiplas funções e domina completamente sua tarefa.

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