Ninguém serve, ao mesmo tempo, às suas paixões e aos seus interesses

Francisco Ferraz
Publicado em: 14/06/2017

Não se faz política sem paixão nem se conquista o poder com ações comandadas pela paixão. Estas duas afirmações são igualmente verdadeiras e se constituem em clássicas advertências feitas pelos pensadores políticos desde a mais remota antiguidade. A política, sobretudo a eleição, é, inevitavelmente, passional.

O que torna a política um processo passional:

O candidato deve tomar consciência desta realidade antes de decidir disputar a eleição, porque, a partir do momento em que começar a competição, viverá um conflito permanente entre seus interesses e seus sentimentos.

Raras serão as oportunidades em que a expressão eloqüente de seus mais íntimos sentimentos será vantajosa para a realização dos seus objetivos políticos. Na imensa maioria dos casos vai prejudicá-los ou até mesmo inviabilizá-los.

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