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Discurso de Péricles sobre a democracia ateniense

Francisco Ferraz
Publicado em: 02/06/2017

Era costume dos atenienses escolher alguém de sabedoria comprovada e reputação eminente para proferir um discurso fúnebre em homenagem aos mortos na guerra, após o seu sepultamento. Péricles, o grande general que comandou Atenas na guerra contra Esparta e reconhecido pela sua habilidade oratória, foi o escolhido para homenagear os guerreiros mortos na primeira batalha da guerra do Peloponeso.

Na ocasião, em 431 a.C., o general fez o elogio de Atenas e sua democracia, indicando assim que eles haviam morrido por uma causa nobre. Na época, Atenas vivia o ápice da democracia e o discurso, além de ser um dos maiores clássicos da oratória política, é também uma perene exaltação deste sistema de governo.

O discurso tornou-se, ao longo da história, um modelo adotado por oradores políticos para enaltecer o orgulho dos integrantes de uma comunidade - nação, cidade, instituição -, exaltando as virtudes e qualidades que a tornam superior ética e politicamente na comparação com outras.

Procedendo desta forma, o político demonstra sua capacidade de "entender o espírito" da sua comunidade, estabelece uma profunda "comunhão de sentimentos" com seus ouvintes e identifica sua imagem e sua pessoa com aquelas virtudes que são por todos admiradas. O discurso de posse de Kennedy, em 1960, é um exemplo típico do uso desta estrutura de discurso nos tempos modernos.

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